quarta-feira, 11 de junho de 2014

E têm hora que parece tão idiota te amar, tão impossível, tão calmo e devastador, têm hora que eu desisto de você, de cada detalhe que possa nos unir e quando fecho os olhos, lá está seu rosto, que eu nunca vi, que eu sempre quis, lá está seu beijo que eu nunca experimentei, que eu não saberia dizer o gosto e eu os abro naquela esperança inultil de te ver chegar, de sentir sua pele, de te ter e por mais que seja idiota te amar, lá estou eu de novo, sorrindo, imaginando, sonhando, te querendo sempre, não do mesmo jeito, pelo contrário, só vai aumentando a vontade, só vai inundando, só vou desejando mais.

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