quarta-feira, 25 de março de 2015
Hoje eu preciso ouvir tua voz, mesmo que seja uma prosa leve sem acontecimentos que nos deixe a beira do abismo. Depois quero que me deixe em casa, passe altas horas sentado no jardim contando as estrelas e comentando sobre o seu dia-a-dia. Prazer vai ser se por acaso ou obra do destino, você encosta o rosto no meu, roçando o nariz nos meus lábios e me surpreenda pedindo que imediatamente olhe pro céu. Em poucos segundos, solta sussurros com a voz baixa no pé do ouvido; eu vi uma estrela cadente, desejo que mesmo o futuro sendo incerto, serei a tua paz, o céu entre eu e você.
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