sábado, 9 de agosto de 2014

Quem dera poder fazer todo o caminho ao seu lado sem medo de que o mundo nos afaste, quem dera não sentir falta, medo de ausência, medo de presença. Não sou assim tão confiante e você também não entenderia cada vez que quis me afastar e voltei um pouco mais machucada, você também está, percebe? Algumas vezes somos nós, um ao lado do outro, outras vezes um vai um pouco mais a frente e volta pra segurar a mão, por falta, ou costume, por amor. Às vezes são tantos planos que esquecemos de colocar o “eu” e fica apenas o nós, não tenho um possível futuro planejado sem a sua presença e ao mesmo tempo que é minha estrutura, me tira o chão, eu não preciso de você pra viver, mas simplesmente não o quero, não quero dizer sim se não for a você, não quero acordar em outra cama que não seja a sua, a nossa, nossos sonhos, plural, tudo de nós dois, porque singular não têm mais graça, você me fez desaprender.

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